domingo, 26 de agosto de 2012

São prateleiras cheias de poeira, escondendo um ou outro resquício de cultura

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Ladrilho por ladrilho, linha por linha, subo cada degrau. Pelas minhas mãos, formo mosaicos e com os olhos, confiro e reconfirmo cada detalhe. Um pé por vez, galgo cada degrau, fino como lâminas, que ao corte certo fazem sangrar. Cada passo toca uma nota, de uma melodia iniciada em uma mente que não é a minha. Continuo subindo ao topo, em relevo ingrime, sem paradas ou  fôlegos.
.Hoje eu li um livro.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Em meio a multidão, no desfile da Independência, toco na Banda dos Corações Solitários

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Quando eu morrer não haverão lágrimas,
Todos já terão morrido antes de mim.
As lágrimas de um palhaço tem mais valor,
Porque são raras.
E este será meu presente,
As lágrimas do palhaço.
Quando eu morrer não haverão lágrimas,
Porque todos terão se afastado de mim.

Silêncio

Silêncio...
Ao fundo, só o som de um ventilador
Para espantar os mosquitos...