quinta-feira, 23 de julho de 2009

Eterno azul, por todos os lados; acima ou abaixo. Tudo igual, calmo, silencioso, a partir de uma cor: o azul. Céu sem estrelas, nem Sol ou Lua; imobilidade Mesmo claro, não há luz, nem escuridão, só apatia. Embaixo deste bote, que agora chamo vida, um Mar, também azul, igual ao mal, dito Céu que cobre minha cabeça. Novamente, imobilidade: nem vida, som ou coisas asssim. Água, nem fria ou quente, e sem 'mornaidade'. Aqui não sinto nada, ausência de sentido(s). Infinito, velejar, mar da solidão...

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